coentro | Blog da Anette

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Moqueca de banana da terra

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Obra prima da culinária capixaba, a moqueca de banana da terra tem lugar cativo no meu coração. Quase toda semana eu como moqueca de banana da terra, que tradicionalmente é feita com a banana de vez, ainda inchada, mas prefiro com bananas maduras. A moqueca fica levemente adocicada contrastando com a acidez do tomate. Continue a ler →

Enformado de peixe

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 Exagerou no Carnaval e agora o zíper do jeans não fecha de jeito nenhum. Não se desespere. Mas também não se acomode!!!

Um bom planejamento estratégico pode ajudar a recuperar a antiga forma em poucos dias. A fórmula é simples: beber 2 litros de água por dia, praticar atividade física moderada, comer a cada três horas, dormir 8 h por noite, ficar longe de bebidas alcoólicas e comer comida saudável Continue a ler →

Conchiglione de pupunha e camarão

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Fernanda é sinônimo de fartura. Fartura de amizade, de amor maternal, de sorrisos, de atenção para ouvir e contar estórias intermináveis, de lágrimas, quando é impossível conte-las. Claro, que essa fartura também está presente à mesa de sua casa, especialmente, em dias de festa. Que pode ser qualquer dia, pois a casa da Fernanda também é farta de gente, de amigos, de amigos dos amigos..

Chega de elogios. Vamos ao que interessa. Durante o período que estávamos na faculdade de gastronomia começamos a fazer alguns jantares sob encomenda.

Fernanda ficava responsável pelo cardápio, pelas compras e eu pela execução. Felizes da vida, fechamos um orçamento para um jantar de confraternização de Natal.

Este dia marca o meu encontro com os conchiglioni, que eu só conhecia pelo nome e por fotos nas revistas. Era a entrada, ou seja o primeiro prato a ser servido.  Conchiglione recheado com ricota, tomate seco e manjericão. Tinha que fazer bonito, provocar a gula, atiçar o paladar, mexer com as emoções dos comensais.

Fizemos as sobremesas na véspera. Começamos cedo na cozida. O calorão incendiava. O forno ligado, panelas fervendo, lágrimas de cortar cebola. Detesto cortar cebolas. Meus olhos ficam “ duas postas de sangue” com diria minha avó Odete. Continue a ler →