Blog da Anette

Naquele sábado não teve almoço!!!!!

 

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Estava acordada há um bom tempo. Preferiu, ficar quietinha, imóvel, pensando, piscando as pestanas lentamente. O relógio marcando o tempo que demorava passar.

De um salto, o marido estava fora da cama. Fez umas flexões ridículas e convidou:

Hoje é sábado, vamos cortar o cabelo?

Ela relutou, parecia adivinhar. Continue a ler →

Friturinhas – caramelos toffee

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Faço parte do seleto grupo que adora caramelos. Somos quase uma confraria que não resiste ao barulhinho do celofane desvendando o caramelo. Já reparou que os caramelos sempre estão embalados em papel celofane ? Mistério? Não, é só para não grudar, e ainda assim eles grudam, melam tudo, sujam o fundo da bolsa, denunciam as mãos carameladas. Continue a ler →

Farofinha de ovo

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Nunca fui muito chegada a farofas. Não gosto de comida seca, sou adepta de um caldinho. Assim, a farofa quase sempre fica longe do prato. Mas, existe uma. Uma, não, duas, exceções!! A farofa que acompanha o perú de Natal. Uma farofa molhadinha, com pedacinhos de miúdos, castanhas portuguesas, nozes e ameixas picadas. A outra é a farofa de ovo cozido da D. Mariazinha. Humm, Não resisto. Continue a ler →

Doce de leite de búfala

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Salão Sabores 2014 reuniu mais de 1500 pessoas que participaram de aulas show, palestras técnicas e degustação de produtos.

A abertura, que teve a presença de autoridades e profissionais do setor, contou com a palestra do presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, que falou sobre a importância da gastronomia no turismo.
O Sabores é um grande evento da área gastronômica do Espírito Santo, alavanca o turismo e ainda promove a interação entre chefs, alunos, expositores e integrantes de caravanas do interior do Estado.
Dentre as novidades, experimentei o doce de leite de búfala. Um escândalo de gostoso. A textura é pastosa, o sabor é delicado e o melhor: o açúcar é na medida certa. Comi e não senti náuseas. Ótimo sinal. Parabéns Queijaria Camila.

Festa boa, tem docinho!!!

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O melhor da festa são os docinhos, que sempre damos um jeito de surrupiar e levar para casa. Tem gente que embrulha no guardanapo, no copinho, esconde na bolsa, enfia no bolso do paletó do marido ou até improvisa uma sacolinha com a pashimina. Pura bobagem. Levar docinhos para casa é prologar a festa. É para levar alguns docinhos e não a bandeja toda, ok??? Continue a ler →

Tartelette de limão siciliano

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Já faz algum tempo que declarei o meu amor incondicional ao limão siciliano. Amo a cor, a forma, o cheirinho da casca ralada, a simetria das rodelas mergulhadas na água com gás ou na caipirinha. Utilizo em tudo. As raspinhas da casca são perfeitas para aromatizar arroz doce, glacês, suspiros, creminhos, biscoitinhos, bolinhos de infinitos sabores, brigadeiros, molhos de salada, peito de frango grelhado. A polpa amarga vira doce em calda ou cristalizado. Continue a ler →

Degustação de vinhos – uma experiência inesquecível

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Na última semana, participei de uma degustação de vinhos com o sommelier Gilson Pimentel Muniz que apresentou vinhos incríveis. O primeiro foi o espumante Rio Sol Rosé Brut, da Vitivinícola Santa Maria, em Pernambuco.  Fiquei impressionada coma cor do espumante, um sedutor tom rosado quase lilás, perfumado e com gostinho de framboesa combinado com frutas cítricas. Continue a ler →

Thanksgiving – dia de agradecer

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O Thanksgiving é um feriado tipicamente americano. É o momento de agradecer pelas conquistas e compartilhar as alegrias com a família.
A data é comemorada em homenagem aos 105 primeiros colonizadores que desembarcaram em Plymouth, Massachusetts, que chegaram da Inglaterra no início do inverno. Eram conhecidos como Pilgrims, ou seja, os peregrinos, tinham pouca comida depois de sua viagem. A sobrevivência deles naquele primeiro inverno árduo em Plymouth, Massachusetts, foi graças aos índios Wampanoag, que lhes deram o milho que tinha sobrado da sua colheita do ano anterior e sua caça. Os índios ensinaram os Pilgrims a caçar, e quando chegou a primavera, também ensinaram a plantar os vegetais nativos como o milho, a abóbora, a moranga e o feijão. Do Velho Mundo eles tinham trazido aveia, trigo, cevada e ervilha, e estes também foram plantados. Continue a ler →

Cubos turcos

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Os doces turcos são o caminho para o paraíso. A massa é leve e bem molhadinha com calda de açúcar com água de laranjeira ou rosas.
O problema mora aí, na calda, que deixa o doce muito doce. Para disfarçar e quebrar um pouco o excesso de doçura o recheio é farto com castanhas variadas – pistaches, nozes ou amêndoas ou queijos que deixam o doce no ponto certo e aliviam o paladar.  Amo doces turcos ou árabes, com são popularmente conhecidos. Embora muiiiiito doces, são adoráveis. Continue a ler →